Quando a gente atira / É pra acertar
Quando a gente cai / É pra levantar
Quando a gente ama / É pra valer
E por mais que você não acredite, “nada muda. Se sim ou se não, tanto faz. A distância é a mesma” e o sentimento verdadeiro
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Era uma pessoa que vivia da nostalgia dos caminhos que não foram traçados. Que por algum motivo, foram substituídos. Relembrava as oportunidades que foram surgindo pela vida e que não foram alcançadas. Citava os sonhos que não tinham mais tempo para realizar. Ele ficava horas contando como seria a vida se ele tivesse feito isso ou aquilo e freqüentemente buscava culpados.
Ele não sabia que a vida é o que nós somos e que nunca é tarde para fazer. Lembro-me que quando comecei a ouvir as lamentações, sua saúde era invejável e dinheiro não lhe faltava. Acho que o ser humano tende a buscar culpados para suas próprias fraquezas. Nesse caso, o medo do desconhecido.
Uma conversa entre um menino com seus sete anos e o que parecia ser sua avó:
- Não jogue papel na rua!
- Por que não? Todo mundo joga.
- Se a polícia te pegar, eles vão te bater com pau, te prender por dias numa cela escura e fedida e você nunca mais voltará a ver sua mãe.
- Tá bom.
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