
Bateu na tampa
Quando chega no limite, as coisas ficam feias. Bem feias
A paciência já não existe e a tolerância cai a zero
O pavio tá curto, a caixa cheia de pólvora e o fósforo aceso
Bateu na tampa
Não adianta perguntar, eles não fazem a menor idéia do que passa
Muito fácil correr o risco quando não vai escorrer sangue
Muito fácil julgar enquanto olhamos pelo buraco da fechadura
Bateu na tampa
Encheu o saco. Fechei a porta. Caguei.
A preocupação já não é mais minha
O que acontecer já é mera conseqüência
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